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TENS MEDO DE UM NOVO AMOR? CONHECE AS 6 RAZÕES MAIS COMUNS

A história do amor perdido é aquela que a maior parte das pessoas pode contar. Junto com ela, vem a pergunta que permanece no fundo das nossas mentes: “Porque os relacionamentos falham?”  A resposta, para muitos de nós, pode ser encontrada ao fazermos uma reflexão profunda, no nosso EU mais íntimo. Quer saibamos disso ou não, muitas pessoas têm medo de se aventurarem num novo amor.

Embora os nossos medos se possam manifestar de maneiras diferentes ou em diferentes estágios de um relacionamento, todos nós abrigamos defesas, que acreditamos, em algum nível, nos irão proteger de sermos magoados. Essas defesas podem oferecer-nos uma falsa ilusão de segurança ou proteção, mas impedem-nos de alcançar a proximidade que mais desejamos. O que conduz os nossos medos de intimidade? O que nos impede de encontrar e manter o amor que dizemos que queremos?

TENS MEDO DE UM NOVO AMOR? CONHECE AS 6 RAZÕES MAIS COMUNS

A história do amor perdido é aquela que a maior parte das pessoas pode contar. Junto com ela, vem a pergunta que permanece no fundo das nossas mentes: “Porque os relacionamentos falham?”  A resposta, para muitos de nós, pode ser encontrada ao fazermos uma reflexão profunda, no nosso EU mais íntimo. Quer saibamos disso ou não, muitas pessoas têm medo de se aventurarem num novo amor.

Embora os nossos medos se possam manifestar de maneiras diferentes ou em diferentes estágios de um relacionamento, todos nós abrigamos defesas, que acreditamos, em algum nível, nos irão proteger de sermos magoados. Essas defesas podem oferecer-nos uma falsa ilusão de segurança ou proteção, mas impedem-nos de alcançar a proximidade que mais desejamos. O que conduz os nossos medos de intimidade? O que nos impede de encontrar e manter o amor que dizemos que queremos?

1. O amor verdadeiro faz-nos sentir vulneráveis.

Um novo relacionamento é um território desconhecido, e a maioria de nós tem um medo natural do desconhecido. Deixarmo-nos apaixonar significa correr um risco real. Estamos a depositar muita confiança na outra pessoa, permitindo que ele/ela nos afete. Este facto dá-nos a sensação de estarmos expostos e vulneráveis. As nossas defesas centrais são desafiadas. Todos os hábitos que temos há muito tempo e que nos permitem sentir autocentrados ou autossuficientes começam a cair no esquecimento. Temos a tendência de acreditar que quanto mais nos importamos, mais podemos nos magoar.

1. O amor verdadeiro faz-nos sentir vulneráveis.

Um novo relacionamento é um território desconhecido, e a maioria de nós tem um medo natural do desconhecido. Deixarmo-nos apaixonar significa correr um risco real. Estamos a depositar muita confiança na outra pessoa, permitindo que ele/ela nos afete. Este facto dá-nos a sensação de estarmos expostos e vulneráveis. As nossas defesas centrais são desafiadas. Todos os hábitos que temos há muito tempo e que nos permitem sentir autocentrados ou autossuficientes começam a cair no esquecimento. Temos a tendência de acreditar que quanto mais nos importamos, mais podemos nos magoar.

2. Um novo amor desperta as feridas do passado.

Quando iniciamos um relacionamento, raramente temos plena consciência de como fomos impactados pela nossa história. A maneira como fomos magoados em relacionamentos anteriores, desde a infância, tem forte influência em como percebemos as pessoas de quem nos aproximamos, bem como em como agimos nos nossos relacionamentos amorosos. Dinâmicas antigas e negativas podem tornar-nos cautelosos em nos abrirmos para alguém de novo. Podemos fugir da intimidade porque ela desperta velhos sentimentos de mágoa, perda, raiva ou rejeição. 

2. Um novo amor desperta as feridas do passado.

Quando iniciamos um relacionamento, raramente temos plena consciência de como fomos impactados pela nossa história. A maneira como fomos magoados em relacionamentos anteriores, desde a infância, tem forte influência em como percebemos as pessoas de quem nos aproximamos, bem como em como agimos nos nossos relacionamentos amorosos. Dinâmicas antigas e negativas podem tornar-nos cautelosos em nos abrirmos para alguém de novo. Podemos fugir da intimidade porque ela desperta velhos sentimentos de mágoa, perda, raiva ou rejeição. 

3. Um relacionamento mal resolvido deixa-nos tristes

Sempre que experimentamos a verdadeira alegria ou sentimos a preciosidade da vida num nível emocional, podemos esperar sentir uma grande quantidade de tristeza. Muitos de nós evitamos as coisas que nos fariam mais felizes, porque também nos fazem sentir dor. O oposto também é verdade. Não nos podemos entorpecer seletivamente para a tristeza sem nos entorpecermos para a alegria. Quando se trata de nos apaixonarmos, podemos hesitar em ir “all in”, por medo da tristeza que isso poderia despertar em nós.

3. Um relacionamento mal resolvido deixa-nos tristes

Sempre que experimentamos a verdadeira alegria ou sentimos a preciosidade da vida num nível emocional, podemos esperar sentir uma grande quantidade de tristeza. Muitos de nós evitamos as coisas que nos fariam mais felizes, porque também nos fazem sentir dor. O oposto também é verdade. Não nos podemos entorpecer seletivamente para a tristeza sem nos entorpecermos para a alegria. Quando se trata de nos apaixonarmos, podemos hesitar em ir “all in”, por medo da tristeza que isso poderia despertar em nós.

4. O amor geralmente é desigual

Muitas pessoas têm hesitação em envolver-se com alguém, porque essa pessoa “gosta muito dela”. Elas temem que, se se envolverem com essa pessoa, os seus próprios sentimentos não evoluam e a outra pessoa acabe por magoar-se ou se sentir rejeitada. A verdade é que o amor costuma estar desequilibrado, com uma pessoa sentindo-se mais ou menos a cada momento. Os nossos sentimentos em relação a alguém são uma força em constante mudança. Em questão de segundos, podemos sentir raiva, irritação ou até ódio por uma pessoa que amamos. A preocupação de como nos sentiremos impede-nos de ver para onde os nossos sentimentos iriam naturalmente. É melhor estar aberto para como os nossos sentimentos se desenvolvem ao longo do tempo. Permitindo preocupação ou culpa sobre como podemos (ou não) nos sentirmos, impede-nos de conhecer alguém que expressa interesse por nós, e nos pode impedir de formar um relacionamento que poderia realmente nos deixar felizes.

4. O amor geralmente é desigual

Muitas pessoas têm hesitação em envolver-se com alguém, porque essa pessoa “gosta muito dela”. Elas temem que, se se envolverem com essa pessoa, os seus próprios sentimentos não evoluam e a outra pessoa acabe por magoar-se ou se sentir rejeitada. A verdade é que o amor costuma estar desequilibrado, com uma pessoa sentindo-se mais ou menos a cada momento. Os nossos sentimentos em relação a alguém são uma força em constante mudança. Em questão de segundos, podemos sentir raiva, irritação ou até ódio por uma pessoa que amamos. A preocupação de como nos sentiremos impede-nos de ver para onde os nossos sentimentos iriam naturalmente. É melhor estar aberto para como os nossos sentimentos se desenvolvem ao longo do tempo. Permitindo preocupação ou culpa sobre como podemos (ou não) nos sentirmos, impede-nos de conhecer alguém que expressa interesse por nós, e nos pode impedir de formar um relacionamento que poderia realmente nos deixar felizes.

5. Relacionamentos podem quebrar a tua conexão com a tua família

Os relacionamentos podem ser o símbolo máximo do crescimento. Eles representam o início das nossas próprias vidas como indivíduos independentes e autónomos. Este desenvolvimento também pode representar uma separação da nossa família. Assim como romper com uma velha identidade, essa separação não é física. Isso não significa literalmente desistir da nossa família, mas sim deixar ir num nível emocional – não se sentir mais como uma criança e se diferenciar das dinâmicas mais negativas que atormentaram os nossos primeiros relacionamentos e moldaram a nossa identidade.

5. Relacionamentos podem quebrar a tua conexão com a tua família

Os relacionamentos podem ser o símbolo máximo do crescimento. Eles representam o início das nossas próprias vidas como indivíduos independentes e autónomos. Este desenvolvimento também pode representar uma separação da nossa família. Assim como romper com uma velha identidade, essa separação não é física. Isso não significa literalmente desistir da nossa família, mas sim deixar ir num nível emocional – não se sentir mais como uma criança e se diferenciar das dinâmicas mais negativas que atormentaram os nossos primeiros relacionamentos e moldaram a nossa identidade.

6. O amor desperta medos existenciais

Quanto mais temos, mais temos a perder. Quanto mais alguém significa para nós, mais medo temos de perder essa pessoa. Quando nos apaixonamos, não apenas enfrentamos o medo de perder o nosso parceiro/a, mas tornamo-nos mais conscientes da nossa mortalidade. A nossa vida agora tem mais valor e significado, então a ideia de perdê-la torna-se mais assustadora. Na tentativa de encobrir esse medo, podemos concentrarmo-nos em preocupações mais superficiais, arranjar discussões com o/a nosso/a parceiro/a ou, em casos extremos, desistir completamente do relacionamento. 

Raramente temos plena consciência de como nos defendemos desses medos existenciais. Podemos até tentar racionalizar para nós mesmos um milhão de razões pelas quais não deveríamos estar no relacionamento. No entanto, as razões que apresentamos podem ter soluções viáveis, e o que realmente nos motiva são esses medos mais profundos de perda.

6. O amor desperta medos existenciais

Quanto mais temos, mais temos a perder. Quanto mais alguém significa para nós, mais medo temos de perder essa pessoa. Quando nos apaixonamos, não apenas enfrentamos o medo de perder o nosso parceiro/a, mas tornamo-nos mais conscientes da nossa mortalidade. A nossa vida agora tem mais valor e significado, então a ideia de perdê-la torna-se mais assustadora. Na tentativa de encobrir esse medo, podemos concentrarmo-nos em preocupações mais superficiais, arranjar discussões com o/a nosso/a parceiro/a ou, em casos extremos, desistir completamente do relacionamento. 

Raramente temos plena consciência de como nos defendemos desses medos existenciais. Podemos até tentar racionalizar para nós mesmos um milhão de razões pelas quais não deveríamos estar no relacionamento. No entanto, as razões que apresentamos podem ter soluções viáveis, e o que realmente nos motiva são esses medos mais profundos de perda.

Um novo relacionamento é sempre um novo desafio. Conhecer os nossos medos de intimidade e como eles influenciam o nosso comportamento é um passo importante para termos um relacionamento gratificante e duradouro. Os seis medos apresentados nesse artigo podem ser mascarados por várias justificativas para explicar porque as coisas não estão a dar certo – mas podemos surpreender-nos ao aprender sobre todas as maneiras pelas quais nos autossabotamos quando nos aproximamos de outra pessoa. Ao nos conhecermos, damos a nós mesmos a melhor hipótese de encontrar e manter um amor duradouro.

Na Match74 Acreditamos em novas, equilibradas e duradouras histórias de amor e, por isso, queremos que todos os nossos clientes tenham uma experiência inesquecível.

Cabe-nos a nós, fazer todo o trabalho de descobrir o perfil da pessoa que melhor se adequa a ti e apresentar-te os perfis que acreditamos que possam ser a tua alma gémea.

A ti, cabe desfrutares do momento e, em cada encontro, revelar a tua melhor versão com alguém especial. A primeira acção é tua, contacta-nos!

Um novo relacionamento é sempre um novo desafio. Conhecer os nossos medos de intimidade e como eles influenciam o nosso comportamento é um passo importante para termos um relacionamento gratificante e duradouro. Os seis medos apresentados nesse artigo podem ser mascarados por várias justificativas para explicar porque as coisas não estão a dar certo – mas podemos surpreender-nos ao aprender sobre todas as maneiras pelas quais nos autossabotamos quando nos aproximamos de outra pessoa. Ao nos conhecermos, damos a nós mesmos a melhor hipótese de encontrar e manter um amor duradouro.

Na Match74 Acreditamos em novas, equilibradas e duradouras histórias de amor e, por isso, queremos que todos os nossos clientes tenham uma experiência inesquecível.

Cabe-nos a nós, fazer todo o trabalho de descobrir o perfil da pessoa que melhor se adequa a ti e apresentar-te os perfis que acreditamos que possam ser a tua alma gémea.

A ti, cabe desfrutares do momento e, em cada encontro, revelar a tua melhor versão com alguém especial. A primeira acção é tua, contacta-nos!

COVID-19

Devido à situação atual gerada pelo vírus COVID-19 e de acordo com as recomendações dadas pela DGS, informamos que os encontros físicos estão suspensos.

Assim que se reunam todas as condições de segurança, estaremos de volta.

Contamos que seja o mais breve possível.
Protejam-se que desta forma cuidamos de todos nós.

Até já!
Match74